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Assembleia Geral do COPIC

A 22 de março aconteceu online a Assembleia Geral do Conselho Português de Igrejas Cristãs (COPIC). Da agenda trabalhos para além dos habituais relatórios foi também aprovado um plano de atividades que contempla o reforço do diálogo e da cooperação com as restantes Igrejas em Portugal no contexto da celebração do aniversário dos 1700 anos do Credo de Niceia (325-2025), estando prevista para Lisboa, na Catedral Lusitana de S. Paulo, no sábado 14 junho, véspera do domingo da Trindade, uma celebração ecuménica comemorativa deste aniversário.

O COPIC irá promover também a edição em português da revista da Carta Ecuménica que será oficialmente apresentada a nível europeu, em abril, na Lituânia pela Conferência Europeia de Igrejas (CEC) e pela Igreja Católica Romana. Em colaboração com a Aliança Evangélica, a Conferência Episcopal e a organização ambiental - A Rocha e no âmbito do Projeto Eco-Igrejas Portugal, será lançada uma aplicação web visando a diminuição da pegada carbónica das Igrejas, das suas comunidades e instituições, mediante certificação própria. No contexto do cuidado com a Criação e o meio ambiente, vai ser constituído um grupo de trabalho ecuménico visando a preparação conjunta e a promoção do Tempo da Criação 2025 que, com o tema «Paz com a Criação», terá lugar de 1 de setembro a 4 de outubro com iniciativas de oração e de ação pela Criação. A nível interno, prevê-se o reinício de atividades conjuntas entre a juventude e espaços de formação para os pastores e clero das diversas Igrejas, bem como desenvolvimentos relevantes em sede do Registo Nacional de Pessoas Coletivas Religiosas. Internacionalmente o COPIC continuará a cooperar com a CEC, Conferência Europeia de Igrejas e outras organizações de sensibilidade ecuménica.

A nível social e antevendo o ciclo de eleições a que os portugueses serão chamados nos próximos meses e num contexto de desgaste político e cansaço por parte dos eleitores, o COPIC apela a um renovado compromisso cívico e político de todos os portugueses e consequente participação nos diversos atos eleitorais, na consciência de que o voto é não só um direito como um dever cívico promotor da liberdade e da democracia.

O cuidado no acolhimento e integração dos migrantes motivará ainda a criação de um projeto ecuménico capaz de promover a interculturalidade e o bem-estar entre as pessoas na sociedade portuguesa.

A participar neste templo reflexivo estiveram representantes das Igrejas Metodista, Lusitana e Presbiteriana.

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